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Texto inédito, Pequod - Só os Bons Morrem Jovens, estreia dia 8 no Teatro Sérgio Cardoso Digital

Com direção e dramaturgia assinada por Mário Bortolotto, o espetáculo faz curta temporada no Teatro Sérgio Cardoso Digital de 8 a 24 de outubro, sempre às sextas, sábados e domingos às 19h.

Pequod - Só os Bons Morrem Jovens - Foto: Cristina Jatobá


O espetáculo Pequod - Só os Bons Morrem Jovens, texto inédito de Mário Bortolotto, faz curta temporada no Teatro Sérgio Cardoso Digital, equipamento vinculado à Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerido pela Amigos da Arte, a partir do dia 08 de outubro, sexta-feira, às 19h. O projeto foi vencedor na categoria PRÊMIO POR HISTÓRICO DE REALIZAÇÃO EM TEATRO no edital viabilizado pelo Proac, através da Lei Aldir Blanc. A nova montagem do espetáculo Grupo de Teatro Cemitério de Automóveis faz curta temporada em formato online com gravação transmitida ao vivo do espaço.


No dia 10 de outubro, após a apresentação do espetáculo, haverá um bate-papo ao vivo e online, com o diretor e dramaturgo Mário Bortolotto. Os ingressos para a temporada são gratuitos.


Em Pequod, Bortolotto assina o texto e direção, além da sonoplastia, e integra o elenco ao lado dos atores Nelson Peres, Fernando Castioni e Rebecca Leão. A concepção da luz do espetáculo é do experiente iluminador Caetano Vilela. A cenografia realista, que traz a cabine de um barco ancorado, é criação dos irmãos Mariko Ogawa e Seiji Ogawa. As filmagens para a versão em vídeo ficam sob a coordenação do experiente diretor de fotografia Cauê Angeli (GIG - A Uberização do Trabalho e Jaci, entre outros).

Pequod - Só os Bons Morrem Jovens - Foto: Cristina Jatobá


O espetáculo encerra uma trilogia dos irmãos Nando e Maurício, personagens que apareceram pela primeira vez no texto Fica Frio, encenado em 1989, e retornaram posteriormente com a peça Tempo de Trégua, encenada no ano 2000.


Mário Bortolotto também atuou e dirigiu nas duas primeiras peças, na trilogia que levou 32 anos para se concluir. Apesar de ser uma peça com temática linear, o público não precisa ter visto as primeiras para acompanhar Pequod - Só os Bons Morrem Jovens.


“Quando escrevi a primeira peça, não pensava em escrever uma segunda com os mesmos personagens. E quando escrevi a segunda, não pensava em escrever a terceira. Mas mais precisamente em relação à terceira, é uma ideia que tive há alguns anos e ela só veio amadurecendo”, comenta Mário Bortolotto.


Inicialmente, o projeto previa uma temporada com plateia presencial que seria realizada na sede do grupo, o que precisou ser adaptado em decorrência ao enfrentamento da pandemia. Para realização do espetáculo em formato virtual, foi buscada a parceria com o Teatro Sérgio Cardoso, que abraçou o projeto e viabilizou a realização da temporada online na plataforma digital da organização. "Nesse formato, buscamos fidelidade à obra original, não descaracterizando o teatro, e sim, usando de ferramentas disponíveis para uma experiência imersiva do espectador", conta Bortolotto.


O espetáculo deve ganhar uma versão presencial em 2022, ano em que o Grupo completa 40 anos em atividade. Para a gravação e temporada online, todos os protocolos de segurança estão sendo seguidos pela produção. A equipe inteira está sendo testada e todos estão sendo vacinados regularmente conforme os calendários vigentes.

Pequod - Só os Bons Morrem Jovens - Foto: Cristina Jatobá

Sobre a obra

No espetáculo Pequod – Só os Bons Morrem Jovens, Nando, agora já bem mais velho, mora sozinho em um barco. Raramente ele sai de lá. Mauricio o encontra para comunicar o falecimento do pai. Nesse último encontro entre os irmãos, velhas contas serão acertadas e os dois irmãos finalmente poderão avaliar o que fizeram de suas vidas e onde conseguiram acertar e onde erraram de maneira desastrosa. Outros personagens aparecem nessa peça: um amigo de Nando, um velho asmático e uma garota de procedência misteriosa que frequenta o barco onde Nando mora.


Pequod fecha a trilogia dos irmãos Nando e Maurício, que começou no texto Fica Frio, encenado em 1989, e teve seu segundo capítulo com a peça Tempo de Trégua no ano 2000. Os Irmãos Nestor Araújo vêm de uma família abastada do interior do Paraná. Os dois têm personalidades opostas. Nando é o mais velho e muito cedo saiu de casa recusando qualquer ajuda da família. Sempre viveu de pequenos trabalhos e pequenos delitos, preferindo ficar à margem da sociedade.


Já Maurício é o filho que fez tudo o que esperavam dele. Ficou junto dos pais, cuidou dos negócios da família, casou e levou uma vida que sempre primou pela mais perfeita retidão. Os dois apareceram pela primeira vez na peça Fica Frio ainda bem jovens. Maurício era incumbido pelo pai de encontrar o irmão e tentar trazê-lo de volta para casa. Ele o encontra, mas acaba tendo que fugir junto com o irmão que havia acabado de assaltar uma joalheria. Os dois caem na estrada e a viagem acaba sendo uma espécie de ritual de iniciação para o jovem.


Na segunda peça, Tempo de Trégua, os irmãos voltam a se encontrar numa reunião de família no Natal. Maurício já está casado e leva a esposa. Nando surpreendentemente aparece depois de muito tempo longe de casa. Mas a sua visita só prova o quanto ele não se sente bem-vindo em nenhum lugar do mundo.


Ficha técnica

Dramaturgia, Direção e Trilha Sonora | MÁRIO BORTOLOTTO

Elenco | MÁRIO BORTOLOTTO - NELSON PERES - FERNANDO CASTIONI - REBECCA LEÃO Concepção de Iluminação | CAETANO VILELA

Concepção cenográfica | MARIKO OGAWA & SEIJI OGAWA Cenotécnico | CAIQUE DURAN

Direção de Produção | ISABELA BORTOLOTTO

Produção Executiva | PAULA KLAUS

Operador técnico | ADEMIR MUNIZ & GABRIEL OLIVEIRA

Direção, captação e edição audiovisual | CAUÊ ANGELI Auxiliar de Câmera | PÚBLIO FELIPE

Técnico de som direto | EDUARDO SOUZA

Fotos para divulgação | CRISTINA JATOBÁ

Programação Visual | ANDRÉ KITAGAWA

Assessoria de comunicação | POMBO CORREIO

Serviço

Pequod

Teatro Sérgio Cardoso Digital Temporada: De 08 de outubro a 24 de outubro, sexta, sábado e domingo às 19h

Ingressos: Gratuitos retirada prévia na plataforma Sympla Streaming

Duração: 60 min

Gênero: Drama

Classificação etária: 14 anos

Acessibilidade: Legendagem descritiva

Bate-papo com o diretor Mário Bortolotto: 10/10 logo após a exibição da última sessão


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